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Cada  vez nascem menos bebes em portugal.


O Chefe de Estado assinalou, a propósito, que "o que está em causa é o futuro do nosso País", pois "sem crianças o nosso País vai perder população e as previsões apontam para que, em 2050, os portugueses sejam apenas 7,5 milhões".

 

Olhem a confusão que uma conclusão precipitada pode causar.


Em um determinado país foi criado um programa de incentivo à natalidade, pois o número de habitantes estava a cair e a proporção de idosos crescia assustadoramente.

Necessitando de mão-de-obra, o governo decretou uma lei que obrigava os casais a terem um certo número de filhos. Previa também uma tolerância de cinco anos após o casamento, fim dos quais, o casal deveria ter pelo menos um pimpolho. Aos casais que no fim do prazo não conseguissem ter um filho, o governo destacaria um agente auxiliar para que a criança fosse gerada.
 
Neste cenário  deu-se o seguinte diálogo entre um casal:

 
Mulher: Querido, completamos hoje 5 anos de casamento!
Marido: É... e infelizmente não tivemos nenhum filho.
Mulher: Será que eles vão mandar o tal agente?
Marido: Não sei... talvez mandem.
Mulher: E se ele vier?
Marido: Bem, eu não posso fazer nada.
Mulher E eu, menos ainda...
Marido: Vou sair, já estou atrasado para o trabalho.

Logo após a saída do marido, bateram à porta: TOC, TOC, TOC!!!!

A mulher abriu e encontrou um homem de boa aparência à espera.Assim tipo (Jorge Clooney) mas para melhor:)
Tratava-se de um fotógrafo que saiu para atender um chamado de uma família que queria fotografar as sua criança recém-nascida, mas que por um engano, errara o endereço procurado.( ele à cada engano..)

 

E o diálogo  seguiu-se:

 

Homem: Bom dia! Eu sou...
Mulher: Ah, já sei! Pode entrar.
Homem: Obrigado. Seu esposo está em casa?
Mulher: Não. Ele foi trabalhar.
Homem: Presumo que esteja a par.
Mulher: Sim, ele já sabe de tudo. Eu também concordo.
Homem: Ótimo. Então vamos começar.
Mulher: Mas já? Tão rápido...
Homem: Preciso ser breve, pois tenho ainda 16 casas para visitar.
Mulher: Nossa senhora! O senhor agüenta?
Homem: O segredo é que eu gosto do meu trabalho,  dá-me muito prazer!
Mulher: Então vamos começar. Como faremos?
Homem: Permita-me sugerir: uma no quarto, duas no tapete, duas no sofá.
Mulher: Serão necessárias tantas?
Homem: Bem, talvez possamos acertar na mosca já na primeira tentativa.
Mulher: O senhor já visitou alguma casa neste bairro?
Homem: Não, mas tenho comigo algumas amostras do meu trabalho (mostrou algumas fotos de crianças). Não são lindas??
Mulher: Como são belos estes bebes! Foi o senhor mesmo quem fez?
Homem: Sim. Veja esta aqui, por exemplo, foi conseguida na porta do supermercado.
Mulher:Que horror! O senhor não acha muito público?
Homem: Sim, mas a mãe queria muita publicidade.
Mulher: Eu não teria coragem!!!
Homem: Esta aqui foi em cima do autocarro
Mulher: Caramba!!!
Homem: Foi um dos serviços mais difíceis que já fiz.
Mulher: Claro, eu imagino!
Homem: Esta foi feita no inverno, num parque de Diversões.
Mulher: Credo! Como é que  o senhor conseguiu? Não sentiu frio?
Homem: Não foi fácil! Como se não bastasse a neve caia, tinha uma multidão em volta. Quase não consegui acabar.
Mulher: Ainda bem que sou discreta, e não quero ninguém a olhar par nós.
Homem: Ótimo, eu também prefiro assim. Agora, se me dá licença, eu preciso armar o tripé.
Mulher: Tripé?!!!
Homem: Sim madame, pois o negócio, além de pesado, depois de armado mede quase um metro.
A mulher desmaiou......

 

publicado às 11:53


25 comentários

De Zé da Burra o Alentejano a 02.10.2008

A população portuguesa está a ter fraca natalidade!

Há já algum tempo me referi a este assunto, mas vou agora lembrar a minha reflexão sobre ele:

Dizem alguns que a fraca natalidade portuguesa põe em risco o futuro da Segurança Social por dificuldade de substituição da população activa, o que implicará uma redução das contribuições para a SS. Contesto a afirmação: a baixa natalidade acontece nos países desenvolvidos (Luxemburgo, França, Alemanha,...) há muitas dezenas de anos e essa teoria nunca se confirmou e, pelo contrário, são os países com a população mais jovem (países africanos em geral) em que a miséria é maior. Também há países cuja população é quase exclusivamente composta por imigrantes e seus descendentes: EUA, Canadá, Austrália... Também não estão entre os mais pobres.

Com a actual taxa de desemprego, em que não há empregos para os jovens que temos, porque será que acham que deveríamos ter mais? Se mais filhos tivéssemos maior seria o número de desempregados. A eventual falta de mão de obra (qualificada ou não) pode ser e é facilmente suprida com a aceitação de imigrantes. Portugal sabe-o muito bem.

A reposição da força de trabalho com recurso aos nossos filhos, embora louvável, implica um investimento de vinte e tantos anos: entretanto, tanto os pais como o país terão que prestar-lhes cuidados vários: alimentação, vestuário, lazer, saúde, educação e formação profissional. Quanto aos trabalhadores imigrantes, esses custos foram suportados pelos seus pais e pelos países de origem, por isso, vêm aptos para, de imediato, começarem a trabalhar e a descontar para a Segurança Social. Só por isso, ficam mais económicos ao país de acolhimento. Aliás, não temos nós já cerca de um milhão de imigrantes? Se quisermos poderão vir ainda mais e não faltarão candidatos. Porém, a imigração para Portugal deveria ser feita de forma selectiva, de acordo com as nossas necessidades. Não há risco de falta de mão de obra, pois todos sabemos que há países com excesso de população e outros sem trabalho para a sua população.

Muitos dos imigrantes nem irão sequer esperar para beneficiarem dos descontos feitos para a SS, porque o seu objectivo é juntarem alguns milhares de “euros” e regressarem aos seus países de origem, trocá-los por moeda local e construírem aí então o seu sonho e futuro. Portugal como país de emigrantes sabe bem disso. Que fizeram muitos dos portugueses que há algumas décadas emigraram para a França e Alemanha?

Assim, levantar-se este problema apenas tem um sentido lógico: o de convencer os portugueses a prescindir das poucas ajudas da Sociais, aumentar a idade das reformas para que os trabalhadores morram antes das atingirem sem beneficiar dos descontos feitos. Enquanto se continua a impedir o acesso ao trabalho aos jovens fala-se em fraca natalidade???

É claro que os estrangeiros envolvidos em crimes graves devem ser imediatamente repatriados. Aí estou de acordo com o CDS. E quem não está???

De R.Cheiros a 02.10.2008

Olá” Zé da Burra o Alentejano”

Vamos ver se tenho capacidade para responder a um comentário tão aprofundado..
Mas vou tentar dar a minha opinião que é o suposto.

Vamos então começar com aparte em que todos estamos de acordo, ou pelo menos deveríamos estar:
“Estrangeiros envolvidos em crimes graves devem ser imediatamente repatriados. “

Não podia estar mais de acordo isso acontece em variadíssimos países a título de exemplo alguns dos que citaste EUA,Canadá entre outros.
Mas ouro sobre azul era uma politica eficaz sobre e uma imigração controlada.

Dizem alguns que a fraca natalidade portuguesa põe em risco o futuro da Segurança Social por dificuldade de substituição da população activa, dizem e dizem muito bem. Na minha modesta opinião.

E dás como exemplo outros 3 países europeus. Então podemos começar por ai. A natalidade na Europa é tão baixa que em termos estatísticos é quase inexistente (estou a exagerar, claro).
Mas segundo já dizem alguns especialistas a Europa está na iminência de se tornar num lar da terceira idade.

A baixa natalidade aliado ao aumento da esperança de vida vão são pilares que vão fazer diferença no futuro desta Europa que é velha mas se quer nova para desenvolver.
Estas alterações vão e estão a abalar tanto Portugal como esses países que referiste, basta ler as noticias ... E o decréscimo do crescimento económico.

Quanto a África nem vamos entrar por ai que é uma questão política e eu de política não percebo nada (e do resto pouco percebo) obviamente que se houver vontade política e humana e se os tais grandes senhores dos grandes países quiserem acaba-se com a miséria em África. Mas não lhes interessa porque convêm te-los dependentes e controlados... de preferências bem ignorantes.
E enquanto os líderes todos poderosos da igreja fizerem discursos contra o preservativo África continua com muitas crianças e miseravelmente só. Mas isso são outros quinhentos e eu de política nada entendo.

Os imigrantes já respondi em parte a isso no início, somos um país de imigrantes mas não sabemos controlar a imigração no nosso.
Mas quando eu preciso de um empregado e recorro ao fundo de desemprego e todos os candidatos se negam a ficar porque preferem a “mama” do subsídio só me resta mesmo recorrer a mão de obra estrangeira.
A taxa de desemprego é grande mas existem calões e parasitas em abundância. Mas a diante...



Os filhos que são a questão do post “que era simplesmente uma piada”.

Vida é feita de ciclos e quando se tem um filho justo será que seja desejado e por amor só assim o concebo.
E dizes : A reposição da força de trabalho com recurso aos nossos filhos, embora louvável, implica um investimento de vinte e tantos anos: entretanto, tanto os pais como o país terão que prestar-lhes cuidados vários: alimentação, vestuário, lazer, saúde, educação e formação profissional.

Que eu saiba sempre foi assim e sempre assim será. E se queremos preparar filhos bem formados e qualificados para o mercado de trabalho é bom que assim seja.
Mas hoje por puro egoísmo ou pela sociedade assim o impõe só se tem um filho porque não se pode dizer não há menino hoje os 7 anos se não têm um telemóvel até parece crime entre outros exemplos que te podia dar.


Está a formar-se um geração de ( ...) Passageiros em permanente trânsito de si próprios. Uma geração que resiste em abandonar a casa paterna e não expressa a menor vontade em encontrar trabalho que não abraça nenhum ideal...resultante de uma vida excessivamente regalada.

Se esta juventude não parece mostrar um excessivo interesse pelo mundo que os rodeia, talvez seja porque o mundo que os rodeia não tem em conta que a estrutura social que o criou que é o factor família.

Volta sempre;)

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