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A palavra PRE-CONCEITO lembra-me sempre a comida pré-cozinhada. Que antes de ser cozinhada é, muitas vezes, uma argamassa indefinida, sem cor, sem cheiro e que deixa muito a desejar...

 

Realmente, eu creio que todos temos os nossos preconceitos sim. O preconceito trata-se de uma ideia concebida sem fundamento e/ou conhecimento de causa. Do meu ponto de vista existem dois tipos de preconceito: preconceito por ignorância e preconceito por estupidez.

O preconceito por ignorância, pode ser combatido/resolvido com o diálogo, com a aprendizagem, com a partilha de conhecimento/informação e graças ás  fantásticas novas tecnologias e liberdade de expressão hoje em dia podemos solucioná-lo sem grandes esforços.

 

O preconceito por estupidez, nos dias que correm, é, para mim, o  mais frequência. E, parece-me a mim o mais difícil de combater.Existe uma grande diferença entre estupidez e ignorância.

 

Admito que todos nós somos um bocadinho “preconceituosos”, mas sabemos ser tolerantes, procuramos ultrapassar quaisquer dúvidas, informamo-nos sobre o que nos é apresentado como diferente, como novo, ou seja, tentamos dissecar o nosso PRE-CONCEITO e analisá-lo formando um conceito baseado em factos que correspondem, com certeza, à realidade.Sendo assim, creio que o preconceito até  nos valoriza e nos faz evoluir.

Somos seres racionais, por isso questionem as nossas próprias ideias, os nossos próprios preconceitos

 

Hoje como em todas as manhãs gosto de dar uma “vista de olhos” pelos jornais online.

Que coisa!!!

Fiquei um bocado estupefacta com esta “história” não que seja grande novidade mas sempre me deixa abismada, e, para ser sincera mais ainda "ver" em pleno século XI as mulheres "contra elas próprias". Continuem “ cegas “em relação ao que as rodeia. Cegas em relação à religião e cegas em relação à própria vida.

 

Tanto fundamentalismo, tanto preconceito, tanto ...

“Londres: muçulmanas apelam à morte de homossexuais e apóstatas”

 E são estas "pérolas" que me surpreendem...
"A cristandade é uma «abominação», é «asquerosa»."
" O adultério também deveria ser punido com a morte, de acordo com as declarações feitas por estas mulheres, que apontam um castigo para as relações pré-matrimoniais: 100 chicotadas. "


Mas o que vem a ser isto?! O que é que se passa aqui?!

Fanatismo religioso? Ignorância? Ou estupidez??!!

 

Acredito na humanidade. Acredito que os seres humanos não necessitam seguir uma qualquer religião para ser bons.

Tudo que nós temos de fazer é tratar os outros da mesma maneira em que nós esperamos ser tratados. Esta é a essência da vida. Todos os ensinos religiosos bons partem deste princípio eterno. Esta deve ser a orientação da humanidade, a regra de ouro.

 

É que às vezes já nem sei bem se estou a sonhar se estou acordada. Parece que algumas pessoas em vez de tentar evoluir fazem questão em regredir. Podia ser um sonho mas estas coisas tem se vindo a repetir  amiúde e assim tão nítidamente que me parece demasiado para ser só um sonho.

 

Que bom seria de ver os países islâmicos dedicarem mais tempo à ciência e menos tempo ao Corão e ao fanatismo.

O ser humano  é dotado de raciocínio superior e da faculdade da percepção ora bolas!

Isto existe, só falta por em pratica...

O maior desafio da humanidade é ultrapassar os seus próprios preconceitos .

 O fundamentalismo islâmico está a subir e o ódio está a crescer nas mentes de milhões de muçulmanos. Este ódio deve ser travado ou trará umas consequências desastrosas.

 

A maior das ignorâncias é o preconceito, mas o pior dos preconceitos é aquele que ocorre contra a ignorância.

Não é fácil penetrar na mente de um ignorante vaidoso e que se encontra  na segurança dos seus confortáveis preconceitos.


 


 

publicado às 10:23


1 comentário

De semifrio a 19.09.2008

Artigo 2°
Todos os seres humanos podem invocar os direitos e as liberdades proclamados na presente Declaração, sem distinção alguma, nomeadamente de raça, de cor, de sexo, de língua, de religião, de opinião política ou outra, de origem nacional ou social, de fortuna, de nascimento ou de qualquer outra situação.
Além disso, não será feita nenhuma distinção fundada no estatuto político, jurídico ou internacional do país ou do território da naturalidade da pessoa, seja esse país ou território independente, sob tutela, autónomo ou sujeito a alguma limitação de soberania.

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